Acabo de ler um artigo do PJ Pereira sobre um garoto de 6 anos que conversou com ele no messenger e anunciou que a visita que ele lhe faria na califórnia seria motivo para compras na Target.

O artigo nos põe a pensar sobre a reação das futuras gerações ao que a gente conhece como propaganda hoje. On e Off deixarão de existir, na verdade serão uma só (este tão esperado casamento, não poderia ter final mais holywoodiano). Tudo será propaganda. Afinal, as crianças hoje, tem exposição a internet igual ou maior que a televisão.

Eu ainda tenho resistências a este domínio da internet na propaganda nacional, temo não ver nosso povo incluído digitalmente. Mas pensar nos meus filhos e em como a internet vai interferir na educação deles chega a ser assustador.

Será que não haverá mais “Pai, da onde vêem os bebês?”. Será que esses momentos serão substituídos por uma estratégia de busca bem pensada seguida de um click no botão estou com sorte?

Mais do que pensar em TV interativa, menor apelo da mídia impressa e convergência. Acho que a questão do O CONSUMIDOR DE PROPAGANDA DO FUTURO é tão importante, quanto assustadora e desafiadora para os profissionais de comunicação de hoje e de amanhã.

O artigo “Meu amigo Pedro” pode ser lido no canal Opnião do Meio e Mensagem

Thiago Honório
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hum Comentário para “E se ele chamar o Google de pai?”


  1. Edson Marques

    Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

    Se puder, (re) veja o comercail da Fiat, aquele que a Leo Burnett desrespeitou os direitos autorais.

    Abraços,

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