Arquivo, Categoria - ‘blá-blá-blá’


A Nokia divulgou um comunicado ontem informando que o celular que aparece nas maos do ator Morgan Freeman em ‘The Dark Knight’ foi desenvolvido por ela, mas nao existe ‘de verdade’. O aparelho tinha chamado atençao e já alimentava especulações de que seria o Nokia Tube, o aparelho ‘resposta’ ao iPhone. Segundo a companhia, o celular visto no filme foi criado em parceria com os produtores para estar de acordo com o perfil tech-savvy do Batman. Mas alerta, deixando no ar uma expectativa, que o telefone “nao é um produto comercial… até agora”.

Dica do Gizmodo.

Isaac Smith
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Você está conectado e não está sozinho.
Enquanto assiste TV você está conectado à Hebe, ao Faustão, ao Gilberto Braga ou a Sirí. Enquanto lê jornal você cria uma relação com os fatos acontecidos ontem, aos indíces do mercado econômico, aos próximos capitulos da novela etc.

Na TV você não tem mensageiro instantaneo, no jornal não tem orkut, no rádio não tem email e por aí vai…

Eu costumo afirmar que internet é tudo aquilo que as outras mídias são, num mesmo espaço, dividido com gente que você conhece ou não. E quando eu falo INTERNET já não estou falando mais só de computadores pessoais, você não precisa mais de um computador pra estar conectado, hoje com um celular você está online, amanhã sua TV também será seu endereço.

Sociabilizar e compatilhar, a internet vem desenvolvendo essas capacidades conforme os usuários respondem a esses produtos. Eu divido com vocês meu ponto de vista, me esponho, deixo aberta a possíblidade de trocar (comentários), seu comentário é conteúdo agregado, é exposto e deixa aberta a possíbilidades de replicas, treplicas etc…

A Coca-cola é um cliente que a tempos vê isso. A iniciativa www.cokering.com.br usava os blogs pessoais como mídia, conectando os donos de blogs e seus leitores a marca, agora uma outra iniciativa da rede posiciona a marca como inovadora em uma nova iniciativa, o Sprite Yard, rede social baseada em aplicativo para celulares.

Você já imaginou trocar mensagens, videos, fotos com seus amigos? Claro isso já é possível.
Mas e se você baixasse e compatilhasse conteúdo exclusivo, ringtones, animações e videos em capítulos? Tudo isso em troca dos códigos que você pega em tampinhas de garrafas? O Sprite Yard chegou a pouco nos Estados Unidos, depois de um grande sucesso na China, se chega aqui eu não sei, mas que é uma aula de convergência e mostra que os cleintes estão preparados para projetos inteligente, não precisamos ter o Yard para perceber.

Thiago Honório
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Será que sou só eu? Depois do post negando a interface como arte(que só serviu para ilustrar esse post) venho aqui deixar uma questão no ar. O que é internet pra você? E quem é o profissional de internet pra você?

Eu sempre afirmei que as universidades daqui não formam profissionais qualificados a trabalhar com internet. Durante uma das minhas passagens profissionais eu ouvi que deveria aprender a programar porque esse seria um diferencial meu como designer, acho que meu chefe só falou isso porque nosso único programador havia saido da empresa, mas não é que hoje faz sentido pra mim? Não, eu não acho que diretores de arte tem que aprender a programar, mas programar no meu caso ampliou o leque de possíbilidades e me fez ver a internet além da folha em branco cotidiana no universo dos designers.

A partir de hoje eu começo a postar aqui a visão de alguns profissionais da área sobre o que é internet pra eles.

Vou começar postando o meu ponto de vista. Que espero não seja só meu. O espaço está aberto, vamos debater a internet.

Eu vejo…
Se você voltar atrás e pensar no computador como a máquina mais complexa e facinante já inventada. Não estamos falando de uma plataforma audio-visual como a TV ou o cinema, em um espaço para notícia e informação como os jornais e revistas, estamos falando de uma maquina que processa tudo isso e ainda permite interação.
Quando pensamos no computador como meio de comunicação multipontos(internet) o conceito se amplia ainda mais, porque aí então o computador além de processar imagem, texto, sons e algoritmos que geram infinitas possíbilidades, estamos falando de uma máquina que liga pessoas, e ganha a possibilidade receber e processar uma informação de qualquer outra parte do mundo alí, na sua frente, em tempo real.
Internet pra mim tem como chave a variavél(inconstante) usuário.
A chave que guarda o segredo de tudo isso. O cara que ta aí inventando, educando o mercado, absorvendo tecnologia numa velocidade absurda.
E o profissional de internet do futuro é o cara que vai entender “ver” isso tudo. Entender internet como um espaço onde as coisas acontecem e acontecem graças a esse cara vai ser fundamental. O designer vai criar a interface, o programador vai codificar a a mensagem do computador para o usuário e vice-versa, o mídia vai buscar no espaço as possibilidades de falar com o usuário. Mas o interativo, esse sim vai pensar em tudo isso pensando só em internet.

Thiago Honório
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(Este post é uma prévia de um assunto que pretendo abordar em breve)

Eu costumo dizer que a internet cresce com os usuários. A web 2.0 nada mais é do que a descoberta do poder que temos como usuários de internet. A tecnologia vai respondendo a essa evolução comportamental e gerando produtos “inovadores”.

A propaganda online sempre foi muito questionada. As estatisticas não são muito favoraveis, a tava de conversão de cliques em banners por exemplo é de 1%. As agências e profissionais defendem como experiência, branding (o que eu concordo).

A um tempo atrás escervi(alfinetei) no CI9 um post sobre uma peça da Natura onde o usuário podia optar por não vê-lo durante um período de tempo(iniciativa continuada pelo próprio CI9 agora).

Ok, depois da polêmica e da minha retratação, minhas impressões agora são a favor deste tipo de iniciativa.

Mas acho fundamental que tecnologia, criação e mídia se conversem. Nesse caso minhas perguntas são: falando de tecnologia, como se comporta essa propaganda não vista? O page-view(não-view) é contabilizado? E falando do ponto de vista da mídia, quem ta pagando pelo espaço vazio?

Do ponto de vista de mercado, é legal ter números a respeito do comportamento do usuário, ver um cliente corajoso como a Natura topando ser fechada. Que venham os resultados confirmar que toda ousadia é valida.

Thiago Honório
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Acabo de ler um artigo do PJ Pereira sobre um garoto de 6 anos que conversou com ele no messenger e anunciou que a visita que ele lhe faria na califórnia seria motivo para compras na Target.

O artigo nos põe a pensar sobre a reação das futuras gerações ao que a gente conhece como propaganda hoje. On e Off deixarão de existir, na verdade serão uma só (este tão esperado casamento, não poderia ter final mais holywoodiano). Tudo será propaganda. Afinal, as crianças hoje, tem exposição a internet igual ou maior que a televisão.

Eu ainda tenho resistências a este domínio da internet na propaganda nacional, temo não ver nosso povo incluído digitalmente. Mas pensar nos meus filhos e em como a internet vai interferir na educação deles chega a ser assustador.

Será que não haverá mais “Pai, da onde vêem os bebês?”. Será que esses momentos serão substituídos por uma estratégia de busca bem pensada seguida de um click no botão estou com sorte?

Mais do que pensar em TV interativa, menor apelo da mídia impressa e convergência. Acho que a questão do O CONSUMIDOR DE PROPAGANDA DO FUTURO é tão importante, quanto assustadora e desafiadora para os profissionais de comunicação de hoje e de amanhã.

O artigo “Meu amigo Pedro” pode ser lido no canal Opnião do Meio e Mensagem

Thiago Honório
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O Diário deste interativo que vos fala agora também pode ser lido através do MegaBlog. Iniciativa bem legal do Rafael Barros e do Felipe Morais. Um mesmo ambiente onde você lê as novidades do blog dele, o ci9, do Diário de um Interativo, do Michel Lent entre outros.

Eles estão trabalhando em algumas novidades, uma delas é o ranking com os mais lidos. Pra minha surpresa, o Diário estava em primeiro ontem.

Thiago Honório
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Em tempos de Renascer, Bispa Sônia e Apóstolo Estevam Hernandes. Segue um link interessante para ver como estes ‘clientes’ estão fazendo para ir de encontro aos ‘fieis’.

Recebi o link esses dias. Apesar da animação trash e da locução tosca, o resultado é muito interessante. Fiquei imaginando aquelas crônicas bíblicas, do sujeito que tem um sinal e passa a acreditar em Deus. Acredito que, em breve, teremos um novo livro na bíblia. O interativo, que será públicado assim que o satanas.com.br incluir uma ferramenta web 2.0 para que as pessoas coloquem seus testemunhos. Imagine:

“Eu tinha bebido todas, batido na minha mulher, empurrado uma velinha na rua quando cheguei em casa e fui procurar pelo satanas, quem sabe, ele podia estar online? Mas eu encontrei Jesus e minha vida mudou”.

Podiam ter comprado links patrocinados também. As pessoas podem apelar para mais de um caminho para a ‘perdição’.

Thiago Honório
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11 Dez
Categoria: blá-blá-blá, internet - 12:19 am

Semanas atrás participei de um curso sobre Links patrocinados. Já conhecia um pouco do formato e do mecanismo, mas me interessei mesmo quando li uma matéria (qual mesmo?) que continha a linha “uma empresa tem que ter seu nome em 1º lugar em mecanismos de busca quando um usuário buscar pelo seu produto”. Fato: as primeiras posições nos resultados pode ser comparada à um produto na altura dos olhos em prateleiras de super-mercado.

E como nós faremos para ser lembrados?”

Como fazer para se destacar e se fazer ser lembrado na sua rede de contatos? Engraçado notar certos hábitos de usuários de mensageiros online. Essa semana divaguei sobre essa relação OTIMIZAÇÃO/BRANDING/REDE DE CONTATOS com um amigo que também trabalha com internet. O resultado virou o post que segue.

Quantas pessoas você tem na sua lista?

Eu tenho mais de uma centena deles, falo com frequência com menos de um terço. Já ouvi pessoas falando de listas de mais de 500. Acho impossível administrar todo esse número de janelas, mas ninguém quer ser esquecido, não é verdade?

Se a “Princesa Peach” virar “Loirinha22″ onde foi parar todo aquele esforço fidelização a marca?

Copyright

Eu já usei Thiago como nick, tenho 20 anos e minha mãe me batizou com o nome da década, resultado: sempre tinha que explicar que era o Thiago Honório, ou seja, ao menos que sua mãe seja a Baby do Brasil e seu nome Zabelê ou Sarashiva, você não vai ser lembrado instantaneamente se usar seu primeiro nome.

Branding

Tenho em minha lista contatos que mudam de nick todos os dias. Tem também aqueles que agregam a “mensagem do dia” em espaços que os mensageiros dedicaram pra isso ou mesmo em seus nicks. Em menor quantidade estão os fieis ao nick, que estão sempre lá com o mesmo nome e lembrados mais rápidos (isso dependendo da relevância, rs).

Otimização

Se você chegou até essa parte do post é porque queria entender a relação de tudo isso com otimização. Simples: e se o nick que você adotou e vem fazendo um trabalho de marca a meses ou mesmo anos começar com W e você só aparece em último na lista dos seus amigos que facilmente passa de 100 contatos?

É aí que entra o meu amigo ‘always on top que passou de último da minha lista a primeiro ao incrementar a aspa simples antes do seu já tradicional nick.

Se a moda pega o msn já vai poder lançar o produto ‘POSIÇÃO DO MESSENGER PATROCINADO’ ou nossas listas vão virar festival de 123deoliveira4, ”’000João da Esquisa, $%#Thiago, —Honório.

Thiago Honório
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