Arquivo, Categoria - ‘internet’


Rrrrááá, pegadinha do malandro
Orkut no dia da mentira
Eu acho incrível a atenção que o orkut tem com a comunidade brasileira (a maior da rede de relacionamento). Hoje, depois de se logar no site, nós brasileiros fomos surpreendidos com o “novo logo” do yogurt (piadinha sempre feita para fazer referencia ao site).

Pinóquio na Internet
A agência mineira 5clicks montou um profile para o Pinóquio no Twitter esta semana, e hoje, dia da mentira lançaram a promoção 1º de Abril, mostrando mais uma possíbilidade de uso dessa ferramenta. Muito interessante por sinal.

Sim, é primeiro de abril mas nenhuma das duas informações é mentira.

Thiago Honório
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Grandes sites, gostam de brincar com seus usuários. O google sempre tem um carta na manga, não é de hoje que há esse tipo de brincaderinha. Quem não se lembra da parceria com a Virgin, Google Tisp e GMail Delivery. No canto superior das paginas internas do ORKUT o nome foi substituido por YOGURT. Sensacional.

Allucci - Yorgutt

E para ilustrar o post nada melhor que a cara de louco de Bruno Allucci, twit.

Veja Mais

Rafael Barros
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A nova coleção da C&A é inspirada na China. Os filmes foram gravados lá, com a modelo Daniella Sarahyba, porém seu outro garoto propaganda ficou aqui no Brasil mesmo. O link entre os dois? O celular.

Você é recebido no website por um video do Sebastian conversando com a Sarahyba e um formulário que sugere que você preencha os dados para saber o que ela está contado.
C&A Mobile
C&A Mobile
C&A Mobile

Depois de preencher o formulário ele interrompe a ligação com a Dani para ligar pra você, ele recebeu o recado da produtora e com a exclamação “é importante”.

O site tem uma direção de arte muito foda, me chamou a atenção a falta do azul no logo da rede, e a interferência no mesmo. Imersão total no tema.
Novo Site da C&A

De tirar o chapéu a coragem e investimento de clientes grandes em ações de mobile. Chego a uma conclusão, moderno não é fazer internet ou ações para celular. Atual é pensar que consumimos mídias diferentes em diferentes momentos do dia, a C&A atravessou as barreiras do meu monitor e veio pro meu celular. Assim como a Volks saiu da TV e foi pro monitor.
Viva a convergência da informação!!!

Thiago Honório
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Possibilitar entretenimento e usar o potencial social da internet, seria esse o grande lance da web? Para linha de shampoos Garnier Fructis parece que sim e pra mim, sinceramente, também.

A agência carioca Publicidade Interativa tem usado uma receitinha básica para os lançamentos dos produtos da marca, e o “receitinha básica” não desmerece nem um pouco o potencial dessas ações.

Quando foram lançar o Fructis Hydra-liss, eles colocaram frente a frente consumidoras que lutam para ter o cabelo liso. No hotsite, a visitante era convidado a montar seu avatar com o cabelo liso (impecável), escolhia um ambiente (praia, piscina etc) e ali começava a batalha, munida de armas para molhar o cabelo das adversárias. Vencia e levava um iPod aquela que tivesse o cabelo mais liso no final da campanha.

O que é legal nessa campanha? A exposição da marca, você recebia alertas avisando quem tinha molhado seu cabelo e com que “arma”. Movimento instintivo: voltar ao site para se vingar. Eles conhecem a cliente, hehehe.

Garnier Fructis Anti-caspa

Agora, eles lançam a guerra contra a caspa. Num hotsite em que mais uma vez eles propõe uma experiência social. Um Super Trunfo virtual com recompensa real.

Vale o click.

Thiago Honório
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Você está conectado e não está sozinho.
Enquanto assiste TV você está conectado à Hebe, ao Faustão, ao Gilberto Braga ou a Sirí. Enquanto lê jornal você cria uma relação com os fatos acontecidos ontem, aos indíces do mercado econômico, aos próximos capitulos da novela etc.

Na TV você não tem mensageiro instantaneo, no jornal não tem orkut, no rádio não tem email e por aí vai…

Eu costumo afirmar que internet é tudo aquilo que as outras mídias são, num mesmo espaço, dividido com gente que você conhece ou não. E quando eu falo INTERNET já não estou falando mais só de computadores pessoais, você não precisa mais de um computador pra estar conectado, hoje com um celular você está online, amanhã sua TV também será seu endereço.

Sociabilizar e compatilhar, a internet vem desenvolvendo essas capacidades conforme os usuários respondem a esses produtos. Eu divido com vocês meu ponto de vista, me esponho, deixo aberta a possíblidade de trocar (comentários), seu comentário é conteúdo agregado, é exposto e deixa aberta a possíbilidades de replicas, treplicas etc…

A Coca-cola é um cliente que a tempos vê isso. A iniciativa www.cokering.com.br usava os blogs pessoais como mídia, conectando os donos de blogs e seus leitores a marca, agora uma outra iniciativa da rede posiciona a marca como inovadora em uma nova iniciativa, o Sprite Yard, rede social baseada em aplicativo para celulares.

Você já imaginou trocar mensagens, videos, fotos com seus amigos? Claro isso já é possível.
Mas e se você baixasse e compatilhasse conteúdo exclusivo, ringtones, animações e videos em capítulos? Tudo isso em troca dos códigos que você pega em tampinhas de garrafas? O Sprite Yard chegou a pouco nos Estados Unidos, depois de um grande sucesso na China, se chega aqui eu não sei, mas que é uma aula de convergência e mostra que os cleintes estão preparados para projetos inteligente, não precisamos ter o Yard para perceber.

Thiago Honório
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Será que sou só eu? Depois do post negando a interface como arte(que só serviu para ilustrar esse post) venho aqui deixar uma questão no ar. O que é internet pra você? E quem é o profissional de internet pra você?

Eu sempre afirmei que as universidades daqui não formam profissionais qualificados a trabalhar com internet. Durante uma das minhas passagens profissionais eu ouvi que deveria aprender a programar porque esse seria um diferencial meu como designer, acho que meu chefe só falou isso porque nosso único programador havia saido da empresa, mas não é que hoje faz sentido pra mim? Não, eu não acho que diretores de arte tem que aprender a programar, mas programar no meu caso ampliou o leque de possíbilidades e me fez ver a internet além da folha em branco cotidiana no universo dos designers.

A partir de hoje eu começo a postar aqui a visão de alguns profissionais da área sobre o que é internet pra eles.

Vou começar postando o meu ponto de vista. Que espero não seja só meu. O espaço está aberto, vamos debater a internet.

Eu vejo…
Se você voltar atrás e pensar no computador como a máquina mais complexa e facinante já inventada. Não estamos falando de uma plataforma audio-visual como a TV ou o cinema, em um espaço para notícia e informação como os jornais e revistas, estamos falando de uma maquina que processa tudo isso e ainda permite interação.
Quando pensamos no computador como meio de comunicação multipontos(internet) o conceito se amplia ainda mais, porque aí então o computador além de processar imagem, texto, sons e algoritmos que geram infinitas possíbilidades, estamos falando de uma máquina que liga pessoas, e ganha a possibilidade receber e processar uma informação de qualquer outra parte do mundo alí, na sua frente, em tempo real.
Internet pra mim tem como chave a variavél(inconstante) usuário.
A chave que guarda o segredo de tudo isso. O cara que ta aí inventando, educando o mercado, absorvendo tecnologia numa velocidade absurda.
E o profissional de internet do futuro é o cara que vai entender “ver” isso tudo. Entender internet como um espaço onde as coisas acontecem e acontecem graças a esse cara vai ser fundamental. O designer vai criar a interface, o programador vai codificar a a mensagem do computador para o usuário e vice-versa, o mídia vai buscar no espaço as possibilidades de falar com o usuário. Mas o interativo, esse sim vai pensar em tudo isso pensando só em internet.

Thiago Honório
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(Este post é uma prévia de um assunto que pretendo abordar em breve)

Eu costumo dizer que a internet cresce com os usuários. A web 2.0 nada mais é do que a descoberta do poder que temos como usuários de internet. A tecnologia vai respondendo a essa evolução comportamental e gerando produtos “inovadores”.

A propaganda online sempre foi muito questionada. As estatisticas não são muito favoraveis, a tava de conversão de cliques em banners por exemplo é de 1%. As agências e profissionais defendem como experiência, branding (o que eu concordo).

A um tempo atrás escervi(alfinetei) no CI9 um post sobre uma peça da Natura onde o usuário podia optar por não vê-lo durante um período de tempo(iniciativa continuada pelo próprio CI9 agora).

Ok, depois da polêmica e da minha retratação, minhas impressões agora são a favor deste tipo de iniciativa.

Mas acho fundamental que tecnologia, criação e mídia se conversem. Nesse caso minhas perguntas são: falando de tecnologia, como se comporta essa propaganda não vista? O page-view(não-view) é contabilizado? E falando do ponto de vista da mídia, quem ta pagando pelo espaço vazio?

Do ponto de vista de mercado, é legal ter números a respeito do comportamento do usuário, ver um cliente corajoso como a Natura topando ser fechada. Que venham os resultados confirmar que toda ousadia é valida.

Thiago Honório
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Depois de ler no blog do Michel Lent sobre os 161 milhões de gigas gerados em 2006 na internet, de ver o ótimo video produzido pela TV1 que explica a tal da Web 2.0 e de ler a Matéria da Wired que fala de Snack Culture, só consigo chegar a uma conclusão.

O SEGREDO DO NEGÓCIO CONTINUA SENDO O CONSUMIDOR
Parece óbvio, a geração “C” (C de conteúdo), faz e acontece, pensa e publica, compra “picadinho” . Mas e o mercado? Como temos nos comunicado com essa geração, estamos vendendo “picadinho”?

ÊÊÊ RABÃO
Perceberam que na internet você pode falar diretamente com pessoas que gostam de Star Trek, ou que colecionam porcelanas chinesas ou que preferem música celta a radio hits. Sim, perceberam e nomearam de Long Tail.
Perceberam que o Rafinha tambem sabe editar videos, que pode publicar suas idéias e difundi-las pela web. Perceberam e chamaram de Web 2.0.
E só agora parecem ter descoberto que você compra o CD inteiro quando na verdade só quer “aquela” música. Que tem que comprar o Box quando só quer aquele episódio. E estão chamando de Snack Culture.

Na minha opinião, muito burburinho, muito termo e pouca aplicabilidade.

Não vejo a hora de olhar pra um cliente que entenda este momento. De ver minha equipe junta discutindo o futuro projeto de uma grande marca. Ou de uma pequena, afinal a calda é longa, e tem espaço pra todo mundo no meio destes milhões de gigas que é a internet.

Thiago Honório
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Acabo de ler um artigo do PJ Pereira sobre um garoto de 6 anos que conversou com ele no messenger e anunciou que a visita que ele lhe faria na califórnia seria motivo para compras na Target.

O artigo nos põe a pensar sobre a reação das futuras gerações ao que a gente conhece como propaganda hoje. On e Off deixarão de existir, na verdade serão uma só (este tão esperado casamento, não poderia ter final mais holywoodiano). Tudo será propaganda. Afinal, as crianças hoje, tem exposição a internet igual ou maior que a televisão.

Eu ainda tenho resistências a este domínio da internet na propaganda nacional, temo não ver nosso povo incluído digitalmente. Mas pensar nos meus filhos e em como a internet vai interferir na educação deles chega a ser assustador.

Será que não haverá mais “Pai, da onde vêem os bebês?”. Será que esses momentos serão substituídos por uma estratégia de busca bem pensada seguida de um click no botão estou com sorte?

Mais do que pensar em TV interativa, menor apelo da mídia impressa e convergência. Acho que a questão do O CONSUMIDOR DE PROPAGANDA DO FUTURO é tão importante, quanto assustadora e desafiadora para os profissionais de comunicação de hoje e de amanhã.

O artigo “Meu amigo Pedro” pode ser lido no canal Opnião do Meio e Mensagem

Thiago Honório
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Sim, eu sou um dos telespectadores fanáticos por lost, daqueles que já assistiu a primeira parte da 3ª temporada e praticamente junto com os americanos. Na espera pelos novos episódios, confesso, andei meio afastado das notícias e rumores, até que uma notícia no Terra me mostrou a imagem abaixo acompanhada do rodapé: “Quando digitados os números como coordenadas no Google Earth, o que se vê é uma pequena ilha.”
Google Earth - LOST

Li também que os produtores estão fechando uma data final para a série junto aos criadores e roteiristas.

Ah, e hoje vi esse anuncio ‘de oportunidade’ para Post it.
Anúncio para post-it

“Aiai, o que seria de nós sem a internet hein?”

Thiago Honório
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29 Jan
Categoria: acontece, internet, longtail, mercado, on e off - 1:41 pm

Está acontecendo em São Paulo o “São Paulo Fashion Week”, o evento de moda mais importante do país.

Não é surpresa saber que marcas de sapatos, cosméticos e bebidas têm seus espaços promocionais no evento. Mas o que faz uma montadora de automóveis lá? Como conversar com público do evento? Como proporcionar uma experiência relevante para a marca?

Ainda não citei aqui nenhum case de Fiat, mas sem dúvida é um dos clientes que eu leio, vejo e interajo suspirando: “Um dia eu ainda vou trabalhar pra eles”.
Assim como o HSBC de alguns posts atrás, costumo citar a FIAT como cliente corajoso.
Fiat no São Paulo Fashion Week
Na edição deste semestre do SPFW, a FIAT montou um lounge e fechou parceria com a Cavalera para criação de estampas inspiradas na marca, que foram desfiladas junto à coleção da marca. Alinhada a ação promocional, ainda lançaram o site www.fiatfashion.com.br.

Conceito explicado, coleção exposta, possíbilidade de comprar as camisetas online e de ver o que está rolando no lounge através de webcams instaladas no local.

Batizada de FIAT INNOVATION ATTITUDE a ação, iniciada em julho de 2006 no mesmo evento, agora conta com suporte online condizente. Vertir-se com a marca não é novidade, o restante sim. Um público diferenciado. Alcance menor que horário nobre na tv. Mas uma experiência mais impactante, um momento maior que 30 segundos, que você ainda pode levar pra casa, ou acessa-lo a qualquer momento.É de tirar o chapéu.

Thiago Honório
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HSBC - Quando o assunto é dinheiro, quem é você?
Depois da polêmica sobre a autoria da campanha do Banco do Brasil no Blog do Alonso, venho citar uma das campanhas de banco mais originais dos últimos tempos. Muito além do conceito “É seu” ou “Pra você” e “Feito pra você” a campanha fala diretamente do que nos leva a um banco: DINHEIRO.

E quando o assunto é dinheiro, quem é você?

Produção impecável, direção de atores ducaralho e uma trilha hipnotizante são traços desta campanha que nos apresenta uma série de personagens e como estes lidam com dinheiro. Não tem como não se identificar.
Novamente citando quem não é do meio, minha irmã, um dia desses, ao ver o filme da personagem que poupa até sobremesa disse: “Nossa, quando eu vi esse comercial lembrei da mãe na hora”. FATO: a campanha está sendo aceita e o trabalho de branding está sendo feito.

Mas o mais incrível desta campanha é a assinatura, o filme termina convidando o telespectador a visitar o site “Se você é como ele, entre em www.souassimesoufeliz.com.br e faça o teste”.
Cliente corajoso, apostou, deixou de anunciar produto para proporcionar uma experiência completa ao telespectador/internauta.
Em três dias o site tinha recebido mais de 180 mil acessos e até o dia 17 mais de 65 mil testes de personalidade realizados. Um mailing qualificadíssimo.
Sinto pelo fato do hotsite ainda exibir a mensagem “Este site está só começando”, que lí como “Site em construção”. Ainda sim, sem dúvida, uma aula de propaganda. On e Off de mãos dadas, sem dividir, mas compartilhando a audiência. Bonito, bonito!

Thiago Honório
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